Resumo
O presente trabalho investiga a relação entre arquitetura e bem-estar, com foco na aplicação dos conceitos de biofilia e de humanização dos espaços na arquitetura hospitalar. A pesquisa parte da questão norteadora sobre em que medida o ambiente físico pode influenciar a qualidade de vida e o estado emocional de profissionais da saúde e pacientes, tendo como objetivo analisar como o design arquitetônico contribui para a criação de ambientes mais saudáveis e acolhedores. O estudo confirma que o design arquitetônico atua como agente promotor de bem-estar físico e emocional, demonstrando que a ausência de princípios biofílicos e de humanização limita a capacidade dos espaços hospitalares de oferecer qualidade de vida integral a pacientes, profissionais e familiares. Teoricamente, reafirma-se a importância da biofilia e da arquitetura humanizada como fundamentos para o avanço da arquitetura hospitalar; na prática, o trabalho propõe recomendações projetuais voltadas à criação de ambientes mais acolhedores e eficientes. Conclui-se, portanto, que ao integrar princípios de biofilia e humanização, o espaço de saúde pode se transformar em um ambiente genuinamente promotor de cura, acolhimento e bem-estar.
Autora
STEPHANIE FINOCCHIO BRASSOLATTI O. BUCALON
Orientador
Prof. Edwin Barroso Holanda Asp Vieira

