Resumo
O trabalho fala sobre a medicalização de crianças e adolescentes na escola, mostrando como o uso de remédios psicotrópicos, como o metilfenidato e a fluoxetina, vem crescendo nos últimos anos. O objetivo foi entender como a escola, a família e os profissionais da saúde acabam participando desse processo e quais são os impactos disso na vida dos estudantes. A pesquisa foi feita a partir de leituras de autores como Conrad (2007), Lane (2010) e Oliveira (2023), junto com dados de levantamentos do CEBRID e de questionários feitos com alunos do ensino fundamental e médio. Com isso, deu pra ver que a pressão da escola, o medo do fracasso e a busca por resultados rápidos fazem com que o uso de remédios pareça a solução mais fácil. Isso acaba reforçando o poder da indústria farmacêutica e deixando de lado o cuidado emocional e pedagógico. No fim, percebe-se que a medicalização é um problema que precisa ser discutido por todos, e não só tratado como algo individual.
Autor
RODRIGO ANGELES BUISSA
Orientador
Prof. Me. José Richardson Matiello

