Resumo
A pesquisa tem como objetivo analisar como o esporte pode atuar como ferramenta de inclusão social para jovens periféricos, oferecendo oportunidades, fortalecendo identidades e reduzindo vulnerabilidades. O método utilizado foi qualitativo, com base em pesquisa bibliográfica e estudo de casos reais, e explorou trajetórias de atletas e iniciativas sociais. As principais referências foram Lilia Schwarcz (2019), na obra Sobre o Autoritarismo Brasileiro, que discute desigualdade estrutural, e Guilherme Lino (2014), em O esporte como inclusão social, além da análise das experiências de projetos como Instituto Reação, Instituto São Rafael e Instituto Todos na Luta. O trabalho conclui que o esporte, quando aliado a educação, apoio emocional e políticas sociais, contribui significativamente para a inclusão e transformação de jovens, como demonstram as histórias de Rafaela Silva, Ádria Santos e Michel Borges. No entanto, reforça que o esporte não é solução isolada, exigindo investimento público, continuidade e visão social para garantir que sua potência transformadora alcance aqueles que mais precisam.
Autor
GABRIEL DE VASCONCELOS SEGANTIN
Orientadora
Profa. Dra. Dayse Mara Ramos da Silva

